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Funcionária de 41 anos morre após cair de escada em escola pública, veja o video.

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga a morte de uma funcionária terceirizada na Escola Classe 10, em Ceilândia.


Sandra de Souza Marinho, de 41 anos, morreu após cair de uma escada na unidade de ensino.


O acidente aconteceu no dia 16 de janeiro, na Escola Classe 10, em Ceilândia.


A morte de Sandra foi confirmada no sábado (24).


O corpo de Sandra de Souza Marinho foi enterrado neste domingo (25), no Distrito Federal.


Sandra de Souza Marinho tinha 41 anos e trabalhava há 7 anos como auxiliar de serviços gerais.


Atualmente, ela prestava serviço para a Real Jg Facílitis.


  • Como aconteceu o acidente?


Sandra usava uma escada para limpar o toldo da escola com um jato de água.


As imagens da câmera de segurança do colégio registraram o momento da queda.



A mulher caiu, bateu a cabeça e sofreu convulsões.


Ela foi socorrida e levada ao Hospital de Base.

  • A vítima usava equipamento de proteção individual (EPI)?


Sandra estava em pé, em cima do toldo de entrada da escola, sem nenhum equipamento de proteção


  • Qual a linha de investigação?


O caso é investigado pela 15ª Delegacia de Polícia, em Ceilândia Norte. A ocorrência foi registrada como "acidente de trabalho".


  • A função da vítima previa a limpeza do telhado?


O documento de contratação da empresa responsável pela funcionária previa a limpeza mensal das calhas e do telhado.


O pregão eletrônico ainda especificava o uso de escada, quando necessário, com equipamentos apropriados fornecidos pela empresa contratada.


No entanto, a empresa Real Jg Facílitis diz que não tinha conhecimento dessa função exercida pela funcionária.


  • O que diz a Secretaria de Educação?


Após o acidente, a Secretaria de Educação divulgou uma nota, informando que o caso é apurado pela corregedoria da pasta e pela Polícia Civil.


"A Secretaria esclarece que acompanha o caso e prestará todas as informações necessárias para a apuração do ocorrido".


  • O que diz a empresa que contratou a vítima?


A Real Jg Facílitis divulgou uma nota de pesar após a morte da funcionária.


Além disso, a empresa afirmou que "continua na firme esperança de que as autoridades responsáveis possam envidar esforços para a apuração das responsabilidades pelo trágico acidente ocorrido".


  • O que falta saber


  • Por que a vítima estava sem EPI?


  • Alguém vai ser responsabilizado pelo acidente?


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