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Morre o menino de 4 anos que ficou prensado em elevador

O menino Angelo Muller Kich de quatro anos, morreu nesta quarta-feira, dia 3, após quase 10 dias internado no Hospital Regional do Oeste em Chapecó.


A vítima ficou presa em um elevador no fim de março.


Conforme informações, o garoto havia sofrido um acidente na residência da família na cidade de Mondaí.


Na época do fato, ele foi resgatado com ferimentos graves pelo Corpo de Bombeiros.


As causas da tragédia não foram informadas.


Angelo foi sepultado nesta quinta-feira, dia 4.


Luto e homenagens


A notícia da morte de Angelo causou uma profunda consternação na comunidade de Mondaí e região. Conhecido por sua alegria e vivacidade, o pequeno deixará uma lacuna imensurável no coração de familiares e amigos.


As homenagens começaram na noite de quarta-feira (03), na Capela Mortuária da Funerária São João, onde amigos, familiares e a comunidade puderam prestar suas últimas homenagens.


Na manhã de quinta-feira (04), o corpo do menino foi levado à igreja católica de Mondaí para uma celebração de corpo presente, seguida pelo cerimonial de encerramento no cemitério municipal.


A Tragédia:

Na tarde de segunda-feira, dia 25 de março de 2024, um trágico incidente chocou a cidade de Mondaí, localizada no Oeste de Santa Catarina.


Angelo Müller Kich, um menino de apenas quatro anos, encontrou-se em uma situação de extremo perigo ao ficar preso dentro de um elevador residencial. Apesar dos esforços heroicos do Corpo de Bombeiros, que foram acionados por volta das 18:45 após alerta de populares, o jovem Angelo não sobreviveu, vindo a falecer no Hospital Regional do Oeste (HRO), em Chapecó, na quarta-feira, dia 03 de abril.


O resgate


De acordo com os relatos do Corpo de Bombeiros, a equipe de socorro foi rapidamente mobilizada para o local do incidente, onde realizaram um meticuloso trabalho de gerenciamento de riscos e desencarceramento utilizando ferramentas hidráulicas especializadas.


Após cerca de 25 minutos de tensão e esforço contínuo, Angelo foi finalmente libertado das amarras metálicas do elevador e imediatamente conduzido ao hospital local para atendimento médico emergencial.


A situação exigiu a continuidade do suporte vital durante o transporte, com a presença de um médico que auxiliou nas manobras de reanimação cardiopulmonar até a chegada ao hospital.



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