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Reconhecimento facial busca ampliar segurança em escola de Pradópolis e mães relatam alívio


Sistema será instalado nas dez escolas municipais até o final de junho.

Presença de crianças são registradas em aplicativo, e pais recebem notificação.


Escolas municipais de Pradópolis (SP) passarão a adotar um sistema de reconhecimento facial para garantir mais segurança para pais e alunos.


A ideia é monitorar os estudantes mais de perto e também verificar a frequência deles na escola.


A Escola Municipal Octávio Giovannetti já conta com o sistema, e o objetivo é de que todas as dez unidades da cidade, desde o ensino infantil até o 9° ano, tenham os equipamentos instalados até o final de junho, segundo Anselmo Aparecido Salmazo Junior, diretor de Educação .


“O aluno chegando na unidade escolar, após a leitura facial, o pai vai receber o comunicado através do aplicativo no celular", explica o diretor.

Vantagens e aprovação



O projeto começou a ser implementado no final de 2023 e, com o funcionamento do sistema, quase 3 mil alunos serão beneficiados na cidade.


As crianças fazem o reconhecimento na entrada da unidade e os pais são notificados por um aplicativo de celular da marcação de presença.


Além da notificação para os pais, caso o aluno tenha um excesso de faltas, o Conselho Tutelar também é informado para buscar informações sobre a ausência da criança através da família.


Outra vantagem do monitoramento facial é saber quantas crianças estão presentes na escola para preparar uma refeição na quantidade certa para não haver desperdícios e ter o controle alimentar.


“O número de alunos que estão frequentando a unidade escolar no dia vai direto para a unidade para que a nutricionista preparar o cardápio conforme a quantidade de alunos presentes, a frequência real da unidade escolar", explica o diretor da educação.


Pais e alunos aprovam



Os pais dos alunos já aprovam o projeto e dizem que se sentem mais seguros ao saber que serão notificados quando os filhos chegarem na escola.


“Facilita bastante a vida dos pais, porque quando a gente coloca a criança no ônibus para vir para a escola, a gente não sabe como que ela chega aqui na escola e esse aplicativo vai nos fornecer se a criança chegou bem. Então, temos como controlar esse meio", conta Eunice Prado Pereira Silva, mãe de um aluno da escola.

Drieli Moronta Bianchi, mãe de aluno e também escrituária da escola, adquiriu o aplicativo assim que o sistema começou a funcionar em maio e relata o alívio que é ter a certeza de que o filho está seguro dentro da escola.


“Por exemplo, um dia que eu não venho trabalhar e eu quero ver se ele veio certinho ou se não a agente deixa ele no portão, não vê entrar e fica se perguntando ‘será que ele entrou?’.


Daí eu olho no aplicativo e já vejo a presença dele, que horário que ele entrou certinho. Já mostra tudo isso”, conta.


A escrituária também diz que o aplicativo tem outras funcionalidades, como ter as notas dos alunos registradas no sistema.


"Por exemplo, eu tenho dois filhos, um na creche e um aqui.


Quando eu não consigo participar da reunião daqui e vou na da creche, eu consigo acompanhar as notas, mesmo não podendo vir", explica.


Quem está em contato direto com o monitoramento facial são os estudantes e eles também aprovam a mudança.


“Eu achei legal, porque quando a gente chega na escola, a gente já coloca o rosto aqui e não precisa fazer chamada na sala", conta Manuela Oliveira, aluna de 11 anos da escola municipal.



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